21 de março - Dia Internacional da Síndrome de Down

De norte a sul do Brasil, as Apaes estão prontas para lidar com todos os tipos de deficiência. Mas, neste mês, acontece algo muito especial. O dia 21 é dedicado às comemorações do Dia Internacional da Síndrome de Down.

Foi a data escolhida pela Associação Internacional Down Syndrome International, em alusão aos três cromossomos no par de número 21 (21/3) que as pessoas com síndrome de Down possuem. E, neste ano, a comemoração é ainda mais especial, pois ela coincide com os 50 anos da descoberta da trissomia do cromossomo 21 pelo Dr. Jerome Lejeune.

Em Palmas, capital do Tocantins, o dia será comemorado com exposição de pinturas, desenhos e fotografias, e prossegue até o dia 30, a partir das 16 horas, no saguão de entrada da Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins. A exposição faz parte do projeto “Arte-inclusão – Down jeito no seu Preconceito”, de autoria de René Brunes, tem como objetivos principais combater todas as formas de preconceitos, elevar a auto-estima e despertar o entusiasmo e a cidadania ativa, auxiliar a sustentabilidade das Apaes e instituições afins e fortalecer e apoiar as famílias.

 

Síndrome de Down

A  Síndrome de Down não uma doença. É uma ocorrência genética natural, que no Brasil acontece em 1 a cada 700 nascimentos e está presente em todas as raças. Por motivos ainda esconhecidos, durante a gestação as células do embrião são formadas com 47 cromossomos no lugar dos 46 que se formam normalmente.

O material genético em excesso (localizado no par de número 21) altera o desenvolvimento regular da criança. Os efeitos do material extra variam enormemente de indivíduo para indivíduo, mas pode-se dizer que as principais características são os olhinhos puxados, o bebê ser mais molinho, e o desenvolvimento em geral se dar em um ritmo mais lento.

Com apoio para seu desenvolvimento e a inclusão em todas as esferas da sociedade, as pessoas com síndrome de Down têm rompido muitas barreiras. Em todo o mundo, e também aqui no Brasil, há pessoas com síndrome de Down estudando, trabalhando, vivendo sozinhas, escrevendo livros, se casando e até chegando à universidade.

 

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